Olá! Eu sou a Ana!


Registar a vossa história, de um ponto de vista documental, começa com a construção da nossa relação.


Acredito mesmo que este é um trabalho de confiança e que a confiança é um dos alicerces fundamentais da minha fotografia. Valorizo profundamente os vossos momentos, as vossas memórias e considero que é deveras importante preservá-los para vocês e para as gerações que juntos vão construir.

É difícil quantificar o valor sentimental de um momento captado, encapsulado no tempo e no papel fotográfico. O valor da fotografia só terá valor para os seus intervenientes, para os que se relacionarem com ela e para os que a viveram e não podem repetir o momento.

Acredito que a fotografia tem o poder de nos levar numa viagem no tempo, num tempo de histórias, de memórias, que tem a capacidade de nos reavivar a memória: é um elo quando a memória esquece mas o coração vê e sente.



FOTOGRAFIA DOCUMENTAL


Quando comecei a fotografar sabia bem o que queria: queria fotografar casamentos e queria romper com o protocolo dos anos 90. Sabia que queria registar cabelos no ar, congelar sorrisos, queria fotografar as pessoas na sua real essência! Queria fotografar a realidade.

Questões de semântica à parte (o que é o real? o que não é a realidade?), eu sabia que documentar era o que eu me proponha a fazer e era aí que eu ia ser feliz. Queria sair da zona de conforto dos casamentos, queria registar a festa a ser vivida, a música a ser sentida. Queria ter mais espaço de manobra para me mexer, para contar a história daquele dia, do meu ponto de vista e sem interferência.


REVIEWS

REVIEWS

“escrever sobre a Ana é um momento de cortar as palavras, de ficar sem o que pensar ou dizer, porque não existem palavras suficientes para descrever tudo aquilo que a Ana é, fica a passar a ser a nossa Ana, faz parte da nossa família, alinha em todas as nossas ideias, e dá outras tantas. Dá-nos o à vontade que nem sabemos que estamos á frente de uma câmara fotográfica, fica nas nossas vidas e nunca mais a desapegamos, a Ana é viciante!”