Bem-vindos à minha Ana!


Sou a Ana e é assim que trato carinhosamente o meu projecto de vida que é a minha fotografia. Sou de lágrima fácil, um pouco louca (!!), tenho o coração fora da boca e milhões de borboletas na barriga: e é assim que gosto de fotografar e de digerir a vida. Atrás da minha fotografia está sempre o meu sorriso, ideias novas e simplicidade. Para a fotografia de casamento e de família levo um registo espontâneo, afectivo e minimalista, assim como a minha história. Cresci a ser fotografada pelo meu Pai, com uma Zenit bem pesada e fria. Sou pelo registo da vida, das memórias breves e singelas e pela preservação da fotografia vernacular, pelo registo da vida tal como ela é.

Registar a vossa história, de um ponto de vista documental, começa com a construção da nossa relação.


Acredito mesmo que este é um trabalho de confiança e que a confiança é um dos alicerces fundamentais da minha fotografia e da relação que vamos construir juntos! Valorizo profundamente os vossos momentos, as vossas memórias e considero que é muito importante preservá-las para vocês e para a família que estão a construir juntos.

FOTOGRAFIA ESPONTÂNEA E AFECTIVA


Na minha fotografia podem ser vocês mesmos e usufruir da vida em pleno e ao máximo! Esta é a única regra: viverem! Serem felizes e serem quem são!


Através de uma fotografia espontânea e afectiva procuro os vossos sorrisos e as vossas gargalhadas, as vossas lágrimas de alegria e aquele nervoso miudinho na barriga, procuro os vossos abraços, os laços que vos unem e aquele pézinho de dança na pista. Procuro registar a vossa individualidade e a vossa união, a vossa família e amigos.


Para mim só assim faz sentido: uma fotografia simples, verdadeira, afectiva e espontânea.


Vamos fazer esta viagem juntos?

REVIEWS

REVIEWS

“escrever sobre a Ana é um momento de cortar as palavras, de ficar sem o que pensar ou dizer, porque não existem palavras suficientes para descrever tudo aquilo que a Ana é, fica a passar a ser a nossa Ana, faz parte da nossa família, alinha em todas as nossas ideias, e dá outras tantas. Dá-nos o à vontade que nem sabemos que estamos á frente de uma câmara fotográfica, fica nas nossas vidas e nunca mais a desapegamos, a Ana é viciante!”